Está disponível na internet - www.almg.gov.br (Serviços/Publicações/Periódicas) a nova edição dos Cadernos da Escola do Legislativo, referente ao segundo semestre de 2009. Este número sai com atraso em função da reforma da gráfica da Assembleia. Esta edição traz um conjunto de cinco artigos, com temas diversificados, mas todos relacionados à esfera de reflexão sobre a interação entre o Estado e a sociedade. A versão impressa é limitada e enviada para as bibliotecas públicas do Estado, vinculadas aos órgãos públicos e às universidades.
Artigos tratam da interação entre Estado e Sociedade.
- "Desafios da Construção democrática". A autora, a consultora da Câmara Municipal de Belo Horizonte Patrícia Garcia Gonçalves, faz uma discussão sobre o potencial das práticas democráticas contemporâneas, analisando as críticas à democracia representativa e os dilemas da democracia participativa.. No artigo, o autor explora os conceitos de assimetria informacional, accountability e competência informacional.
- "Informação, Democracia e Poder Legislativo: a dimensão informacional do processo de participação política dos cidadãos". De autoria do servidor da Gerência de Documentação e Informação da ALMG, Nilson Vidal Prata, que também é mestre em Ciência da Informação pela UFMG. Neste artigo o autor explora os conceitos de assimetria informacional, accountability e competência informacional.
- "Perspectiva sociopolítica da interatividade na mídia legislativa: o caso da Câmara dos Deputados". Voltado para a avaliação dos instrumentos de interatividade criados pela Câmara dos Deputados, analisados a partir do pressuposto de que a captação e o atendimento das demandas do cidadão é requisito para a efetividade de um sistema público de informação. Artigo assinado. No texto, o professor cubano discute as principais causas que, do ponto de vista institucional, normativo, teórico e metodológico, afetam a qualidade das leis em Cuba.
- "Juventude e violência: novas demandas para a Educação e Segurança Pública". Uma análise das novas demandas que passam a configurar o papel da escola, notadamente em comunidades violentas, partindo de um caso específico, o Programa Fica Vivo, implantado em Belo Horizonte, com o objetivo de reduzir os homicídios entre a população jovem. Assinado pela pedagoga e supervisora metodológica do programa Fica Vivo, Ângela Maria Dias Nogueira Souza e pelo pesquisador do Centro de Estudos de Criminalidade e Segurança Pública da UFMG, Robson Sávio Reis Souza, o artigo é uma análise empírica de um projeto de política pública, que forma um dos campos de atuação da ALMG e contribui assim para uma reflexão sobre as práticas do Parlamento Mineiro na área de avaliação de políticas públicas.






